Tenho andado à volta das questões do trabalho de campo...
Admitindo que algumas das questões abaixo possam ser mais "básicas", têm-me surgido algumas questões a nível metodológico para as quais solicitava a sua ajuda:
a) Tendo seleccionado 10 BE com boas práticas, parto para o trabalho de campo. Não me parecendo viável um trabalho aprofundado com todas as 10 escolas por estarem dispersas pelo país e pelo facto de aumentar a extensão do trabalho, pensei adoptar a seguinte estratégia. Elaborar um questionário a ser respondido por estas 10 escolas (pelo PB) que contivesse perguntas abertas e fechadas. As perguntas abertas permitir-me-iam recolher mais informação sendo esta rica e detalhada e obter informação que não esperaria. Obviamente que iria ter em consideração o tamanho do questionário de modo a não tornar entediante o seu prenchimento.
Da análise deste questionário escolheria para entrevista e trabalho mais aprofundado 3 BE daquelas que tivessem respostas mais ricas interessantes no questionário (cruzado com a grelha de análise de páginas anterior). O que acha?
iria então a essas escolas e faria entrevistas, ...
b) Presumo que a análise de páginas web se podem enquadrar na fonte de evidências: "Documentação". Correcto? é que também se me põe a hipótese de ser registo de arquivos ou mesmo observação directa...
c) Nesta fonte de evidências "documentação" há um aspecto que me está a dar que pensar... Quando é que devo fazer a análise de páginas para relatar e analisar na dissertação? esta questão está-se a por-me pelo facto de pressentir que quando eu for às escolas e levantar a "lebre" de estar a fazer investigação neste âmbito induzirá logo práticas no sentido de ainda fazer melhor ou de maior atenção ao que se publica na web o que alterará a qualidade das páginas (suponho eu). Devo ter um dia D para a análise pois o conteúdo está sempre a ser alterado
d) no meu caso, na observação directa numa escola na escola, fará sentido olhar para a BE e ver como se faz o acesso aos computadores existentes (nº) e Internet? correcto?
e) nessas idas às escolas veria a BE e entrevistava o PB e 2 ou 3 alunos e 2 ou 3 professores. Ou a entrevista seria só ao PB e faria questionário a professores e alunos. Pensa ser suficiente?
Peço-lhe desculpa se a estou a questionar sobre perguntas que compete ao mestrando dominar, se tivesse lido suficientemente bem a bibliografia existente e agradeço desde já a sua benevolência
terça-feira, março 22, 2011
questões metodologicas 13 Março
Drª Glória:
Ainda na sequência do mail de ontem tenho nova questão:
Será (é?) relevante referir detalhadamente todos os passos dados para escolher a amostra?
comecei por ver blogue a blogue a partir da listagem da base de dados e ia dando em doido...
Depois mudei de estratégia e fui pesquisar a partir do facebook, pois se a BE já tem facebook poderia ser já um sinal positivo. Da análise do facebook fui ver os links que tinha (para o blogue por exemplo) e assinalei esses dados no excel que tinha retirado da base de dados.
Depois ainda pesquei uma ou outra a partir do twitter e da lista RBE. Só assinalei na foilha excel se a BE tivesse blogue já existente em 2009/10
com todos estes dados analisei 361 blogues de escola (embora haja repetições pois há blogues de agrupamento)
Desta análise é que saiu uma lista de aprox 30 BE que analisei com grande profundidade para escolher cerca de 10
Deverei referir TODOS estes passos com detalhe na tese?
fico satisfeita por ver avançar o seu trabalho. Em relação à questão que coloca quanto à descrição dos passos que deu, aquilo que acaba por escrever na sua mensagem é já essa descrição e é praticamente suficiente para dar conta dos procedimentos que teve. Acho que deve indicar as várias fontes que são ponto de partida : lista RBE, facebook, mas sem preocupação de indicar nºs exatos.
Grato pela resposta pois poupa-me alguns dias de trabalho com estatísticas e percentagens. De facto estava com algumas dúvidas.
Entretanto já tinha copiado para o texto base da tese o conteúdo do meu email para si. Depois será uma questão de desenvolver um pouco mais e de organizar as ideias.
Ainda na sequência do mail de ontem tenho nova questão:
Será (é?) relevante referir detalhadamente todos os passos dados para escolher a amostra?
comecei por ver blogue a blogue a partir da listagem da base de dados e ia dando em doido...
Depois mudei de estratégia e fui pesquisar a partir do facebook, pois se a BE já tem facebook poderia ser já um sinal positivo. Da análise do facebook fui ver os links que tinha (para o blogue por exemplo) e assinalei esses dados no excel que tinha retirado da base de dados.
Depois ainda pesquei uma ou outra a partir do twitter e da lista RBE. Só assinalei na foilha excel se a BE tivesse blogue já existente em 2009/10
com todos estes dados analisei 361 blogues de escola (embora haja repetições pois há blogues de agrupamento)
Desta análise é que saiu uma lista de aprox 30 BE que analisei com grande profundidade para escolher cerca de 10
Deverei referir TODOS estes passos com detalhe na tese?
fico satisfeita por ver avançar o seu trabalho. Em relação à questão que coloca quanto à descrição dos passos que deu, aquilo que acaba por escrever na sua mensagem é já essa descrição e é praticamente suficiente para dar conta dos procedimentos que teve. Acho que deve indicar as várias fontes que são ponto de partida : lista RBE, facebook, mas sem preocupação de indicar nºs exatos.
Grato pela resposta pois poupa-me alguns dias de trabalho com estatísticas e percentagens. De facto estava com algumas dúvidas.
Entretanto já tinha copiado para o texto base da tese o conteúdo do meu email para si. Depois será uma questão de desenvolver um pouco mais e de organizar as ideias.
ponto da situação a 10 de março
Acabado o mês de Fevereiro venho fazer-lhe um ponto da situação no respeitante à minha tese, pedir orientação e apresentar-lhe um plano para Março
- Feito em Fevereiro
Estive a escrever duas comunicações para 2 congressos em Braga (Challenges 2001 e Literacia e Currículo). Isso permitiu-me construir um esqueleto da tese.
Numa primeira fase fui escrevendo umas coisas e depois copiei para a tese (antes de apagar) pois as duas comunicações tinham limitações de palavras
Deste modo avancei na escolha de "boas práticas"
- Uma questão
Na dissertação será relevante descrever exaustivamente a forma como seleccionei as "boas práticas". Exemplo: da base de dados existiam y Bibliotecas com blogue. Dessas vi 20%. desses 20% z blogues (correspondentes a w% dos blogues) só relatavam actividades ou estavam fechados
Ou posso abreviar a explicação sem me deter em grandes estatísticas sobre o que acaba por não ser escolhido? no fim de contas o meu olhar deverá dirigir-se para a escolha e não para o que não foi escolhido
- Proposta de trabalho para Março
a) para além de ir escrevendo
b) conceber o instrumento que me permitirá fazer o trabalho de campo - para isso estou a ler teses defendidas à procura de inspiração e correcção metodológica
Já percebi que a parte teórica se fará com alguma "facilidade" por isso estou agora a investir nas questões mais "práticas"
- Feito em Fevereiro
Estive a escrever duas comunicações para 2 congressos em Braga (Challenges 2001 e Literacia e Currículo). Isso permitiu-me construir um esqueleto da tese.
Numa primeira fase fui escrevendo umas coisas e depois copiei para a tese (antes de apagar) pois as duas comunicações tinham limitações de palavras
Deste modo avancei na escolha de "boas práticas"
- Uma questão
Na dissertação será relevante descrever exaustivamente a forma como seleccionei as "boas práticas". Exemplo: da base de dados existiam y Bibliotecas com blogue. Dessas vi 20%. desses 20% z blogues (correspondentes a w% dos blogues) só relatavam actividades ou estavam fechados
Ou posso abreviar a explicação sem me deter em grandes estatísticas sobre o que acaba por não ser escolhido? no fim de contas o meu olhar deverá dirigir-se para a escolha e não para o que não foi escolhido
- Proposta de trabalho para Março
a) para além de ir escrevendo
b) conceber o instrumento que me permitirá fazer o trabalho de campo - para isso estou a ler teses defendidas à procura de inspiração e correcção metodológica
Já percebi que a parte teórica se fará com alguma "facilidade" por isso estou agora a investir nas questões mais "práticas"
questões metodologicas 3 março
Surgiu-me agora uma dúvida para a qual gostava de ter a sua opinião:
No meio de cerca de 30 Bibliotecas que elegi nesta primeira fase e que irei filtrar para obter o tal número redondo de 10 (aproximadamente) surgem 2 que são coordenadas por CIBE (Isabel Mendinhos e António Pires)...
Pergunto: devo manter essa selecção ou retirá-los? Por uma lado os oclegas são PB e cabem dentro do critério, por outro lado são uma elite que não corresponde à grande massa dos PB e têm tido acesso a uma formação de qualidade
O que acha?
Olá João
a dissertação foi realizada na Univ católica/Porto e penso que els não têm repositório digital. Também não encontrei o título ou autor no catálogo. Sugiro que contacte por telefone e/ou mail os serviços da bilbioteca - segue o link - e pergunte se já está disponível , qual é a cota e se fazem empréstimo interbibliotecas, que com essas referências eu depois posso pedir.
http://www.facfil.ucp.pt/biblioapres.html
Em relação ao outro mail que me enviou, como diz, não se esqueça de ir registando os passos que vai dando, pois esse relato é tb importante para a sua dissertação, sendo interessante dar conta da pesquisa e do que foi encontrando - vá registando no quadro as várias ocorrências que vai encontrado para cada biblioteca (se tem blogue, facebook, etc.) Pode parecer que não está a avançar mas já tem aí muito material para depois comentar.
No meio de cerca de 30 Bibliotecas que elegi nesta primeira fase e que irei filtrar para obter o tal número redondo de 10 (aproximadamente) surgem 2 que são coordenadas por CIBE (Isabel Mendinhos e António Pires)...
Pergunto: devo manter essa selecção ou retirá-los? Por uma lado os oclegas são PB e cabem dentro do critério, por outro lado são uma elite que não corresponde à grande massa dos PB e têm tido acesso a uma formação de qualidade
O que acha?
Olá João
a dissertação foi realizada na Univ católica/Porto e penso que els não têm repositório digital. Também não encontrei o título ou autor no catálogo. Sugiro que contacte por telefone e/ou mail os serviços da bilbioteca - segue o link - e pergunte se já está disponível , qual é a cota e se fazem empréstimo interbibliotecas, que com essas referências eu depois posso pedir.
http://www.facfil.ucp.pt/biblioapres.html
Em relação ao outro mail que me enviou, como diz, não se esqueça de ir registando os passos que vai dando, pois esse relato é tb importante para a sua dissertação, sendo interessante dar conta da pesquisa e do que foi encontrando - vá registando no quadro as várias ocorrências que vai encontrado para cada biblioteca (se tem blogue, facebook, etc.) Pode parecer que não está a avançar mas já tem aí muito material para depois comentar.
ponto da situação a 28 Fevereiro
Chegado ao fim do mês de Feveriro quero fazer-lhe o ponto da situação em relação à tese
a) como a minha comunicação para Braga foi aceite e também estou a fazer uma proposta para o Challenges 2011, estive a fazer a estrutura da comunicação o que me permitiu ter a estrutura da tese mais avançada, pois antes de cortar texto para "caber no fato" que a organização nos dá (quanto ao nº de palavras) copiei para a tese
b) a nível teórico não tenho avançado na tese
c) quanto à parte prática, confesso que estou a ficar desapontado. Após consulta e anotações num excel de cerca de 200 blogues de BE quanto ao conteúdo e actualizações o panorama pareceu-me muito negro e vi que estava a perder muito tempo assim ... optei por pesquisar de outra forma e fui ver as páginas facebook de BE e ver o seu conteúdo e os links que o facebook remetia. Deste trabalho descobri umas 5 BE que poderão enquadrar-se naquilo que desejava pois esses facebook remetem para o blogue da BE e a partir desse descobri algum trabalho em rede.
Ainda só analisei uns 40 "facebooks"
também resolvi procurar BE com scribd e slideshare e tenho uma listagem.
Se calhar quando chegar a 10 BE diferentes pararei a pesquisa e não a continuarei pois este é um novelo enorme e estou a ver que se perde imenso tempo a procurar agulha em palheiro. O que acha?
De facto os blogues são, na sua maioria muito pobres e não revelam nenhuma opção ou orientação estratégica. Há mesmo BE qu abrem conta no facebook mas nem lhes ocorre promover as suas outras páginas no facebook! falta de trabalho em rede
Obvimente que farei a descrição deste processo de selcção na minha tese
a) como a minha comunicação para Braga foi aceite e também estou a fazer uma proposta para o Challenges 2011, estive a fazer a estrutura da comunicação o que me permitiu ter a estrutura da tese mais avançada, pois antes de cortar texto para "caber no fato" que a organização nos dá (quanto ao nº de palavras) copiei para a tese
b) a nível teórico não tenho avançado na tese
c) quanto à parte prática, confesso que estou a ficar desapontado. Após consulta e anotações num excel de cerca de 200 blogues de BE quanto ao conteúdo e actualizações o panorama pareceu-me muito negro e vi que estava a perder muito tempo assim ... optei por pesquisar de outra forma e fui ver as páginas facebook de BE e ver o seu conteúdo e os links que o facebook remetia. Deste trabalho descobri umas 5 BE que poderão enquadrar-se naquilo que desejava pois esses facebook remetem para o blogue da BE e a partir desse descobri algum trabalho em rede.
Ainda só analisei uns 40 "facebooks"
também resolvi procurar BE com scribd e slideshare e tenho uma listagem.
Se calhar quando chegar a 10 BE diferentes pararei a pesquisa e não a continuarei pois este é um novelo enorme e estou a ver que se perde imenso tempo a procurar agulha em palheiro. O que acha?
De facto os blogues são, na sua maioria muito pobres e não revelam nenhuma opção ou orientação estratégica. Há mesmo BE qu abrem conta no facebook mas nem lhes ocorre promover as suas outras páginas no facebook! falta de trabalho em rede
Obvimente que farei a descrição deste processo de selcção na minha tese
questões metodologicas 1 fev
Tenho aqui uma questão metodológica para a qual precisava de um conselho seu
Estava aqui a percorrer uma listagem de blogues de bibliotecas escolares que possuo e que se refere à base de dados RBE 2009/10 (a última que foi preenchida)
Estou a analisar os blogues e após uma leitura mais ou menos rápida de 50 deles (há 1229 e portanto vou mais ou menos em 5%) assaltou-mer uma questão...
E se não houver grande coisa para mostrar de positivo. Imaginemos que só 20 blogues seriam relevantes a nível do que acho ser um bom blogue de uma BE
e se desses 20, apenas 10 tiverem ligação para o facebook ou twitter ou scribd da be?
Não seria de tirar consequências disto tudo? antes de me meter na análise de boas práticas? (a existirem...)
E em caso de ter resposta positiva à questão anterior deverei ter um ponto limite? Explico-me. Os dados que tenho referem-se a Julho de 2010. Entretanto já morreram alguns blogues e nasceram outros. Mas para tirar consequências e analisar não posso estar sempre à espera dos últimos dados, correcto? não faz sentido acrescentar ou alterar um ficheiro cuja credebilidade é a sua fonte de origem (a base de dados RBE). se o estiver sempre a actualizar com dados que vou recolhendo aqui e ali (lista RBE, mails pessoais, navegações) nunca mais há um ficheiro final
---
Agora vamos ao mesmo tipo de questão mas posta ao contrário. A partir do meu facebook descobri e "amiguei-me" de bastantes BE. posso ter como base de trabalho essas BE? é que aqui não há nenhum critério a não ser o mero acaso de descobrir BE no facebook e de lhes pedir logo amizade...
O mesmo se passa para o Twitter...
Agora a questão
posso construir uma base com várias entradas
BE com Blogue e com outras presenças digitais (em que cada uma destas ferramentas remete ou não para as outras)
BE sem blogue mas com outras presenças digitais (facebook, twitter)
Para a questão dos blogues tenho uma fonte e um referencial credível (a Base dados RBE)
Mas para uma análise mais exaustiva de facebooks ou twitter a análise prender-se-á com a "sorte"- logo não tedo um universo de todas as BE não devo tirar conclusões da não presença das BE nas redes. Aqui devo limitar-me a descrever boas práticas que conheço e mais nada. Correcto?
Não sei se fui suficientemente claro nas minhas questões...
Olá João
vi o seu mail sobre o encontro de Braga e ainda bem que foi aceite!
Em relação às suas dúvidas, temos de tomar decisões e estabelecer critérios. Fui relembrar o que tinha escrito no seu projecto, e lá está o seguinte que vai analisar "as Bibliotecas Escolares terão de ter blogue, perfil no Facebook e se possível contas no Twitter, Slideshare e Scribd". Portanto, tem aí esboçados 2 critérios essenciais e os outros são complementares.
A partir dos dados que tem da RBE tem um universo total de 1229 BE com blogs. Vai analisar uma amostra de 10% = 122, representativa de todas as regiões (DRE - se tiver as escolas identificadas por DRE é fácil escolher uma percentagem de cada região, diversificando geograficamente dentro de cada DRE ) , a partir de uma grelha que terá de elaborar , não muito complicada (com campos como os instrumentos web usados, presença nas redes sociais, etc., uma parte para comentário apreciativo seu) . Convinha que a análise destas 122 fosse feita num período de tempo determinado para poder dizer que no período de x a z o panorama dessas BE era aquele que descreve (exactamente por causa das alterações que estão sempre a ocorrer, e até pode acontecer que algumas das que fazem parte da sua amostra de 10% no momento da análise já não têm nada na net) - por exemplo, dedicar um mês a essa análise. Desta análise mais global irão sair , por exemplo , as 10 mais representativas (com mais ferramentas) e que irá depois analisar com mais profundidade, onde incluirá aqui um questionário aos coordenadores, como refere no seu projecto.
Penso que este percurso faz sentido, pode ser feito com alguma agilidade e dá-lhe alguma segurança e, sobretudo, não se perde na "floresta".
Estava aqui a percorrer uma listagem de blogues de bibliotecas escolares que possuo e que se refere à base de dados RBE 2009/10 (a última que foi preenchida)
Estou a analisar os blogues e após uma leitura mais ou menos rápida de 50 deles (há 1229 e portanto vou mais ou menos em 5%) assaltou-mer uma questão...
E se não houver grande coisa para mostrar de positivo. Imaginemos que só 20 blogues seriam relevantes a nível do que acho ser um bom blogue de uma BE
e se desses 20, apenas 10 tiverem ligação para o facebook ou twitter ou scribd da be?
Não seria de tirar consequências disto tudo? antes de me meter na análise de boas práticas? (a existirem...)
E em caso de ter resposta positiva à questão anterior deverei ter um ponto limite? Explico-me. Os dados que tenho referem-se a Julho de 2010. Entretanto já morreram alguns blogues e nasceram outros. Mas para tirar consequências e analisar não posso estar sempre à espera dos últimos dados, correcto? não faz sentido acrescentar ou alterar um ficheiro cuja credebilidade é a sua fonte de origem (a base de dados RBE). se o estiver sempre a actualizar com dados que vou recolhendo aqui e ali (lista RBE, mails pessoais, navegações) nunca mais há um ficheiro final
---
Agora vamos ao mesmo tipo de questão mas posta ao contrário. A partir do meu facebook descobri e "amiguei-me" de bastantes BE. posso ter como base de trabalho essas BE? é que aqui não há nenhum critério a não ser o mero acaso de descobrir BE no facebook e de lhes pedir logo amizade...
O mesmo se passa para o Twitter...
Agora a questão
posso construir uma base com várias entradas
BE com Blogue e com outras presenças digitais (em que cada uma destas ferramentas remete ou não para as outras)
BE sem blogue mas com outras presenças digitais (facebook, twitter)
Para a questão dos blogues tenho uma fonte e um referencial credível (a Base dados RBE)
Mas para uma análise mais exaustiva de facebooks ou twitter a análise prender-se-á com a "sorte"- logo não tedo um universo de todas as BE não devo tirar conclusões da não presença das BE nas redes. Aqui devo limitar-me a descrever boas práticas que conheço e mais nada. Correcto?
Não sei se fui suficientemente claro nas minhas questões...
Olá João
vi o seu mail sobre o encontro de Braga e ainda bem que foi aceite!
Em relação às suas dúvidas, temos de tomar decisões e estabelecer critérios. Fui relembrar o que tinha escrito no seu projecto, e lá está o seguinte que vai analisar "as Bibliotecas Escolares terão de ter blogue, perfil no Facebook e se possível contas no Twitter, Slideshare e Scribd". Portanto, tem aí esboçados 2 critérios essenciais e os outros são complementares.
A partir dos dados que tem da RBE tem um universo total de 1229 BE com blogs. Vai analisar uma amostra de 10% = 122, representativa de todas as regiões (DRE - se tiver as escolas identificadas por DRE é fácil escolher uma percentagem de cada região, diversificando geograficamente dentro de cada DRE ) , a partir de uma grelha que terá de elaborar , não muito complicada (com campos como os instrumentos web usados, presença nas redes sociais, etc., uma parte para comentário apreciativo seu) . Convinha que a análise destas 122 fosse feita num período de tempo determinado para poder dizer que no período de x a z o panorama dessas BE era aquele que descreve (exactamente por causa das alterações que estão sempre a ocorrer, e até pode acontecer que algumas das que fazem parte da sua amostra de 10% no momento da análise já não têm nada na net) - por exemplo, dedicar um mês a essa análise. Desta análise mais global irão sair , por exemplo , as 10 mais representativas (com mais ferramentas) e que irá depois analisar com mais profundidade, onde incluirá aqui um questionário aos coordenadores, como refere no seu projecto.
Penso que este percurso faz sentido, pode ser feito com alguma agilidade e dá-lhe alguma segurança e, sobretudo, não se perde na "floresta".
ponto da situação a 19 de Janeiro
De facto esta semana rendeu mais e para além de ter escrito (e reescrito) umas páginas, tenho aproveitado o facto de desde Janeiro andar de transportes públicos pois já não ando na loucura da formação para ir fazendo revisão da literatura à mistura com alguma ficção quando não há lugar sentado (entretenho-me agora com “a Selva” que é verdadeiramente fascinante!)
Espero entregar-lhe já dois capítulos até ao próximo domingo. O meu outro mail foi só para lhe ir dizendo que estava vivo e que ia produzindo algo
Segue então o meu trabalho até ao momento. Tenho estado a trabalhar por
ordem dos capítulos e vou na literacia da informação
Senti necessidade de criar e desenvolver estes pontos pois se vou dizer que
há boas práticas na presença digital das BE tenho que ter um referencial
para elas. Boas práticas em relação a quê?
Talvez esteja muito desenvolvido mas este será o ponto de análise das boas
práticas...
Espero que não cause muito “ruído” ter enviado tudo, pois na realidade vou no ponto 1.3 referente à literacia da informação. O que está mais à frente ainda faz parte do projecto e tem anotações de coisas que vou lendo na revisão da literatura ou em “pensamentos” que anoto para depois desenvolver. Acho que a ideia é boa e não me quero esquecer.
Enviei assim, pois o índice também vai crescendo à medida que me vou estruturando no pensamento.
Neste mês de Janeiro e finais de Dezembro tenho escrito mais e lido muito mais. A grande questão são algumas pausas de 2 ou 3 dias que nos fazem perder o raciocínio mas… não tenho como não fazer as pausas
Espero entregar-lhe já dois capítulos até ao próximo domingo. O meu outro mail foi só para lhe ir dizendo que estava vivo e que ia produzindo algo
Segue então o meu trabalho até ao momento. Tenho estado a trabalhar por
ordem dos capítulos e vou na literacia da informação
Senti necessidade de criar e desenvolver estes pontos pois se vou dizer que
há boas práticas na presença digital das BE tenho que ter um referencial
para elas. Boas práticas em relação a quê?
Talvez esteja muito desenvolvido mas este será o ponto de análise das boas
práticas...
Espero que não cause muito “ruído” ter enviado tudo, pois na realidade vou no ponto 1.3 referente à literacia da informação. O que está mais à frente ainda faz parte do projecto e tem anotações de coisas que vou lendo na revisão da literatura ou em “pensamentos” que anoto para depois desenvolver. Acho que a ideia é boa e não me quero esquecer.
Enviei assim, pois o índice também vai crescendo à medida que me vou estruturando no pensamento.
Neste mês de Janeiro e finais de Dezembro tenho escrito mais e lido muito mais. A grande questão são algumas pausas de 2 ou 3 dias que nos fazem perder o raciocínio mas… não tenho como não fazer as pausas
ponto da situação a 5 de Janeiro
Venho fazer-lhe um pequeno ponto da situação sobre o meu trabalho
Completei o 1º Capítulo sobre a sociedade da informação e estou a meio do 2º sobre o plano tecnológico
Entretanto senti necessidade de criar um capítulo novo no meu índice sobre o papel da BE antes de falar da WEB 2.0 . Visto que mais à frente falarei da BE 2.0
Ando agora a ler 2 ou 3 livros de modo a poder a valorizar o texto com citações de autores . Tenho 4 em mãos. A tese da Elsa Conde; Bibliotecas para a vida do Calixto; A BE e a Sociedade da Informação do Calixto e Na sociedade da informação o que aprender na escola? da Asa
Conto agora poder trabalhar a um ritmo mais constante pois acabei as formações e as festas.
Envio-lhe em anexo o trabalho no estado em que está. Espero que não crie muito ruído o facto de ir inteiro e cheio de anotações em vez de lhe mandar capítulo por capítulo.
Completei o 1º Capítulo sobre a sociedade da informação e estou a meio do 2º sobre o plano tecnológico
Entretanto senti necessidade de criar um capítulo novo no meu índice sobre o papel da BE antes de falar da WEB 2.0 . Visto que mais à frente falarei da BE 2.0
Ando agora a ler 2 ou 3 livros de modo a poder a valorizar o texto com citações de autores . Tenho 4 em mãos. A tese da Elsa Conde; Bibliotecas para a vida do Calixto; A BE e a Sociedade da Informação do Calixto e Na sociedade da informação o que aprender na escola? da Asa
Conto agora poder trabalhar a um ritmo mais constante pois acabei as formações e as festas.
Envio-lhe em anexo o trabalho no estado em que está. Espero que não crie muito ruído o facto de ir inteiro e cheio de anotações em vez de lhe mandar capítulo por capítulo.
ponto da situação em 11 de Dezembro
Venho dar-lhe conta do meu trabalho ao longo deste mês
Conforme me sugeriu, andei a pesquisar no Bobcatss e no repositório eprints. Também subscrevi alertas do google sobre a temática e fiz outras pesquisas
Já tenho comigo 5 teses de temáticas afins e inúmeros artigos que enchem 2 dossiers… Penso, a partir das bibliografias que cada documento apresenta procurar algo mais e sobretudo procurar livros em papel pois tenho imensos documentos online….
---
Para me obrigar a investigar um pouco mais, inscrevi-me no 1º congresso Nacional Literacia, média e cidadania a 25 e 26 de Março em Braga e conto apresentar uma comunicação sobre BE’s e literacia – Fazendo uma investigação nos blogues das BE’s procurando boas práticas neste campo…
---
Entretanto, conforme me referiu elaborei o índice abaixo, que não tem pretensão de ser definitivo… é apenas um rascunho. Penso que se pode fundir na parte I a sociedade da Informação e o PTE de modo a não começar a história desde Adão e Eva…
Ainda não mexi na parte do estudo empírico
Índice
1. Introdução. 4
1.2. Justificação do estudo. 6
Parte I. 8
Enquadramento teórico. 8
1. A Sociedade de informação. 9
2. O Plano Tecnológico da Educação. 10
3. A emergência da Web 2.0 – O paradigma da participação. 11
4. A Biblioteca Escolar 2.0. 12
4.1. Definição de conceitos. 12
4.2. Que ferramentas web ao serviço de uma Biblioteca 2.0?. 14
Blogues e Biblioteca. 14
Twitter e Biblioteca. 14
Redes sociais e Bibliotecas. 14
Bookmarking sociais e Bibliotecas. 14
Podcasting e Biblioteca. 14
Wikis e Biblioteca. 14
Parte II- Estudo empírico. 15
Introdução ao estudo empírico. 15
Instrumentos de recolha de dados. 15
3. Procedimentos. 15
1.3. Limitações do estudo. 15
3.1. Plano de investigação. 16
3.2. Sujeitos de investigação (população e técnica de amostragem) 16
3.3. Metodologias/Técnicas de investigação e instrumentos a serem utilizados. 17
3.4. Actividades a serem desenvolvidas. 18
3.5. Validade (indicação de como vai ser assegurada a validade interna do estudo) 19
3.6. Tratamento e análise dos dados. 20
3.7. Calendarização. 21
4. Bibliografia. 22
Se calhar o melhor era começar a escrever qualquer coisa e arranjar um prazo para o envio de algum capítulo.
Andei a um ritmo um pouco mais lento pois andei a dar formação do PTE e na REDE. Felizmente que a do PTE já acabou e a da RBE acaba na 2ª feira… Estarei daqui a alguns dias muito mais livre para a investigação,
Conforme me sugeriu, andei a pesquisar no Bobcatss e no repositório eprints. Também subscrevi alertas do google sobre a temática e fiz outras pesquisas
Já tenho comigo 5 teses de temáticas afins e inúmeros artigos que enchem 2 dossiers… Penso, a partir das bibliografias que cada documento apresenta procurar algo mais e sobretudo procurar livros em papel pois tenho imensos documentos online….
---
Para me obrigar a investigar um pouco mais, inscrevi-me no 1º congresso Nacional Literacia, média e cidadania a 25 e 26 de Março em Braga e conto apresentar uma comunicação sobre BE’s e literacia – Fazendo uma investigação nos blogues das BE’s procurando boas práticas neste campo…
---
Entretanto, conforme me referiu elaborei o índice abaixo, que não tem pretensão de ser definitivo… é apenas um rascunho. Penso que se pode fundir na parte I a sociedade da Informação e o PTE de modo a não começar a história desde Adão e Eva…
Ainda não mexi na parte do estudo empírico
Índice
1. Introdução. 4
1.2. Justificação do estudo. 6
Parte I. 8
Enquadramento teórico. 8
1. A Sociedade de informação. 9
2. O Plano Tecnológico da Educação. 10
3. A emergência da Web 2.0 – O paradigma da participação. 11
4. A Biblioteca Escolar 2.0. 12
4.1. Definição de conceitos. 12
4.2. Que ferramentas web ao serviço de uma Biblioteca 2.0?. 14
Blogues e Biblioteca. 14
Twitter e Biblioteca. 14
Redes sociais e Bibliotecas. 14
Bookmarking sociais e Bibliotecas. 14
Podcasting e Biblioteca. 14
Wikis e Biblioteca. 14
Parte II- Estudo empírico. 15
Introdução ao estudo empírico. 15
Instrumentos de recolha de dados. 15
3. Procedimentos. 15
1.3. Limitações do estudo. 15
3.1. Plano de investigação. 16
3.2. Sujeitos de investigação (população e técnica de amostragem) 16
3.3. Metodologias/Técnicas de investigação e instrumentos a serem utilizados. 17
3.4. Actividades a serem desenvolvidas. 18
3.5. Validade (indicação de como vai ser assegurada a validade interna do estudo) 19
3.6. Tratamento e análise dos dados. 20
3.7. Calendarização. 21
4. Bibliografia. 22
Se calhar o melhor era começar a escrever qualquer coisa e arranjar um prazo para o envio de algum capítulo.
Andei a um ritmo um pouco mais lento pois andei a dar formação do PTE e na REDE. Felizmente que a do PTE já acabou e a da RBE acaba na 2ª feira… Estarei daqui a alguns dias muito mais livre para a investigação,
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